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Escola de Santa Rosa promove reflexão sobre o Maio Laranja

Projeto Faça Bonito busca o diálogo com os estudantes

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Estudantes realizaram trabalhos acerca do Maio Laranja
Estudantes realizaram trabalhos acerca do Maio Laranja - Foto: Divulgação
Por Bárbara Lima sob orientação de Bruna de Bem

Em alusão ao Maio Laranja - mês dedicado ao combate da exploração e violência sexual contra crianças e adolescentes - estudantes de todas as turmas da Escola Estadual de Ensino Fundamental Coronel Braulio de Oliveira, de Santa Rosa, cidade de abrangência da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), se engajaram no projeto Faça Bonito.

Conforme a orientadora educacional, Ivani Terezinha Zalamena, após a apresentação de vídeos, foi iniciado o debate e trabalhos relacionados ao assunto com os estudantes. Um dos vídeos apresentados abordou sobre dicas de como discutir o tema, já o outro, mostrou orientações às crianças sobre como pedir ajuda. “O assunto é tão relevante que já falamos em várias oportunidades, mas em maio, redobramos a atenção”, ressalta. Tendo em vista que é no seio familiar que surgem os primeiros ensinamentos da vida de uma criança, é importante que os pais estejam abertos ao diálogo. “Se as dúvidas não forem sanadas pelos pais ou pelos educadores, certamente a criança irá buscar outras fontes, que podem ser menos qualificadas ou até perigosas”, reflete ela, que lembra que os materiais apresentados desmistificaram preconceitos e apontaram formas mais adequadas de abordar a questão. Entre as orientações, estão tratar o assunto com naturalidade, responder objetivamente, perguntar o que a criança sabe a respeito, ser sincero, carinhoso e não ignorar as dúvidas.

O vídeo teve resultados instantâneos. Conforme a orientadora educacional, a mãe de uma aluna a procurou para agradecer a iniciativa. “Ela disse que se sentiu confiante para responder às dúvidas da filha e falou abertamente com ela. Contou também que o vídeo quebrou preconceitos e auxiliou na sua comunicação”, relembra Ivani. Segundo a diretora da escola, Margarete Kaefer, é preciso ver a curiosidade das crianças e jovens como uma oportunidade. “Podemos construir com eles respostas satisfatórias. Todo e qualquer assunto que desperte a curiosidade faz sentido. A criança precisa de resposta. Vamos falar de tudo que é importante para ela”, finaliza.

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